Fiquei encantado como fizeram este best-selling na tela grande, onde poucas adaptações dos livros para o cinema é algo próximo da perfeição.
O assassino na história de Patrick Susking, com a forma mais pura quando nasce, a inocência no inicio do individualismo para suas vontades e obsessões, a forma como fez o mundo a sua maneira, da mesma forma que o livro encantou e fez admiradores com a idéia da importância do cheiro.
O filme me fez sentir esperança que a morte talvez dê lugar a razão, me fez torcer, mesmo sabendo o fim e que algo seria diferente. Mas nada foi diferente, tudo foi igual e a idéia da perfeição através da loucura, predomina e faz pensar como um cheiro pode dominar e escravizar pensamentos.
Publicado em 25 de setembro de 2007 às 09:10 por wjcoelho